Análises


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Análise dos dados medidos

Após a detecção das partículas, nós queremos avaliar os dados da medida de interferência. Uma medida de qualidade de um interferograma é o contraste da interferência (Visibilidade). Este parâmetro mede o quanto o padrão de interferência desvia da média. É possível expressar esta relação para os sinais senoidais, como o presente no nosso experimento, por meio de:

\(\mathrm{Visibilidade}=\frac{S_{\mathrm{máx}} – S_{\mathrm{mín}}}{S_{\mathrm{máx}} + S_{\mathrm{mín}}}=\frac{\mathrm{Amplitude}}{\mathrm{Média}} \)


Amplitude \(A\) - +
Offset \(O\) - +
Fase \(\varphi\) - +

Interpretação

Contudo, apenas uma alta visibilidade não nos diz se realmente medimos uma interferência quântica. Devido ao arranjo das grades e a um efeito de lente na grade de luz, o efeito Moiré também pode acontecer, portanto, pode aparecer uma modulação puramente clássica da intensidade. Para ter certeza que estamos observando efeitos quânticos, nós devemos comparar os dados medidos com os contraste preditos pela física quântica ou por teorias clássicas.

Os dados medidos podem ser muito bem explicados pelo modelo quântico; uma descrição clássica, entretanto, não provê uma predição adequada dos dados medidos.

Extra: quântico ou clássico

No experimento, a fase \(\phi_0\) é modificada com a intensidade do laser \(P_L\) para mostrar a diferença funcional entre as duas predições (veja a figura).

Q_vs_Class_pt_Br