Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica
O FluoTime 300 é um espectrômetro (fluorímetro) de estado estacionário e resolvido no tempo, de alto desempenho e de última geração. É um sistema totalmente automatizado com design modular e flexível, este espectrômetro é conhecido por sua interface amigável, complementada por um software intuitivo com assistentes de aplicação e opções de script.
Este instrumento oferece uma ampla gama de modos de operação, tornando-o uma ferramenta para diversas aplicações científicas. Os usuários podem realizar medições de espectros de emissão e excitação em estado estacionário, aprofundar-se nas complexidades das medições de vida usando a tecnologia de contagem de fótons únicos correlacionada com o tempo (TCSPC) e explorar os recursos de fosforescência usando escalonamento multicanal (MCS). Essa funcionalidade abrangente posiciona o FluoTime 300 como um recurso indispensável em espectroscopia.
O espectrômetro atinge um nível de sensibilidade, evidenciado por uma relação sinal-ruído normalmente superior a 26.000:1, medida a partir de um espectro Raman de água. Operando com comprimento de onda de excitação de 350 nm e emissão de 397 nm, o sistema oferece largura de banda espectral de 5 nm e tempos de integração tão curtos quanto 1 segundo, garantindo aquisição de dados precisa e eficiente. Além disso, o FluoTime 300 apresenta uma gama excepcional de medições de vida útil. Com um detector híbrido e componentes eletrônicos TCSPC, ele pode resolver tempos de vida tão curtos quanto 10 picossegundos, enquanto seus recursos eletrônicos estendem esse intervalo para várias centenas de milissegundos. Essa adaptabilidade atende a um amplo espectro de necessidades de pesquisa, desde dinâmicas ultrarrápidas até processos de longa duração.
A disponibilidade de diferentes porta-amostras acentua ainda mais a versatilidade do instrumento. Os pesquisadores podem utilizar um porta-amostras líquido projetado para cubetas de 10×10 mm, equipado com controle externo de temperatura, ou optar por um porta-amostras frontal adequado para filmes e pequenas amostras sólidas.
A inclusão de um detector de tubo fotomultiplicador (PMT) de infravermelho próximo (NIR), tipo H10330C-45, com faixa espectral que vai de 950 nm a 1400 nm, aprimora as capacidades do espectrômetro na região infravermelha. Este detector possui uma resolução temporal típica de 400 picossegundos. Ele vem completo com um controlador, fonte de alimentação de alta tensão e um invólucro interligado com uma veneziana para controle da tampa da câmara de amostra. Um pré-amplificador externo garante amplificação e qualidade de sinal ideais. O FluoTime 300 oferece recursos de acoplamento de fibra, facilitando a integração com configurações de microscopia, incluindo um acoplador FC/APC e óptica de colimação para maior flexibilidade experimental.
Espectrômetro de massas com analisador tipo triplo quadrupolo, marca Shimadzu, modelo LCMS-8045, com interface ESI,220 V
Modo de análise: Varredura Q1/SIM, Varredura Q3/SIM, MRM, Varredura de íon precursor, Varredura de íon produto, Varredura de perda neutra
Válvula com acionamento automático, modelo FCV-20AH2, para troca de colunas e seleção de fluxo. Não requer sistema de controle externo. Seleciona duas (2) colunas ou 2 linhas de fluxo (220 V).
Bomba de alta pressão, modelo NEXERA LC-40D XR
Sistema de Cromatografia em fase Gasosa Acoplada a Espectrometria de Massas (GC/MS), marca SHIMADZU, modelo GCMS-QP2020 NX. Inclui Cromatógrafo em fase Gasosa Nexis GC-2030 compatível para análises no modo Fast GC e Detector de Massas modelo QP2020.
Auto injetor AOC-20i Plus para GC & GCMS, com volume de injeção de 0,1 a 8,0 ul (incrementos de 0,1 ul) e capacidade de até 150 amostras com carrossel opcional.
A gestão e compartilhamento do equipamento ficará a cargo do comitê gestor composto pelos pesquisadores do IFSC-USP: Prof Vanderlei S. Bagnato (vander@ifsc.usp.br), Prof. Dr. Sebastião Pratavieira (prata@ifsc.usp.br) e Prof. Dr. Francisco E. G. Guimarães – IFSC USP (guimaraes@ifsc.usp.br). O comitê gestor será responsável pela coordenação das atividades de operação do EMU concedido no processo* 13/07276-1, e pela avaliação das solicitações apresentadas pelos proponentes, considerando o impacto científico, período de utilização e fontes de financiamento. O agendamento de experimentos poderá ser realizado por qualquer grupo de pesquisa ou entidade pública/privada via formulário eletrônico.
1 - O EMU concedido ficará sob a responsabilidade do Prof. Dr. Sebastião Pratavieira (prata@ifsc.usp.br).
2 - O pesquisador requisitante fará a solicitação através do site do laboratório preenchendo o formulário específico.
3 - As taxas de serviço serão utilizadas para operação e manutenção do equipamento.
4 - Os trabalhos publicados deverão mencionar o projeto FAPESP No. 2013/07276-1.
Os perfis dos usuários atendidos envolvem três categorias: grupos de pesquisa do IFSC, demais instituições nacionais e internacionais, e empresas prestadoras de serviço. Cada categoria possui taxas diferenciais definidas pelo conselho gestor.
O formulário para solicitação deve conter informações sobre o material a ser analisado, nome do pesquisador, filiação acadêmica e dados da fonte pagadora.
O preenchimento da agenda será realizado conforme recebimento das solicitações, priorizando grupos associados e colaboradores. Um calendário será disponibilizado no site de acesso ao serviço.
Os experimentos serão conduzidos pelo corpo técnico do laboratório e poderão ser acompanhados pelos solicitantes.
Os resultados experimentais serão disponibilizados eletronicamente e armazenados em bases de dados com backups.
O Comitê de Usuários realizará avaliação independente do acesso e funcionamento do EMU. Composto por especialistas externos ao comitê gestor.
Atribuições: O comitê acompanhará o funcionamento do equipamento, verificará procedimentos de solicitações, agendamentos e experimentos, e realizará avaliação anual do uso do equipamento, submetendo relatórios ao comitê gestor.
Para uso dos equipamentos entrar em contato com: vander@ifsc.usp.br ou prata@ifsc.usp.br
Mais informações em: Plataforma Nacional de Infraestrutura de Pesquisa MCTI